Auto da Barca do Inferno (doc. “Grandes Livros”)

“Grandes Livros” é um projecto de divulgação da literatura portuguesa, narrado por Diogo Infante, que pretende contribuir para a promoção da leitura das grandes obras da literatura portuguesa, neste caso da peça Auto da Barca do Inferno, de Gil Vicente.

Grandes Livros – Auto da Barca do Inferno (Gil Vicente) from Companhia de Ideias on Vimeo.

Nota: para veres o episódio desta série sobre Os Lusíadas, carrega aqui.

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“Os Lusíadas”, de Luís de Camões (doc. “Grandes Livros”)

“Grandes Livros” é um projeto de divulgação da literatura portuguesa, narrado por Diogo Infante, que pretende contribuir para a promoção da leitura das grandes obras da literatura portuguesa, neste caso Os Lusíadas, de Luís de Camões.

Publicado em 1572, este livro é constituído por dez cantos, dez partes que narram os feitos históricos dos portugueses. Através da viagem marítima de Vasco da Gama para a Índia e das aventuras dos marinheiros nas Descobertas são entrelaçados os mitos, as figuras e os momentos que definem a História de Portugal.

Inês de Castro, D. Afonso Henriques, Nuno Álvares Pereira e tantos outros surgem nas estrofes, num quadro grandioso de exaltação dos descendentes Lusos, os portugueses.

Influenciada pelas epopeias clássicas, tais como a Odisseia, de Homero, ou a Eneida, de Virgílio, esta obra está dividida em quatro partes: Proposição, Invocação, Dedicatória e Narração, e Camões dedicou-a ao rei D. Sebastião.

Lusíadas from Companhia de Ideias on Vimeo.

É só um dos versos mais conhecidos da literatura portuguesa: “As armas e os barões assinalados…” Linha de abertura da maior epopeia literária, a obra-prima de Luís Vaz de Camões, o grande poema português.

Polémicas à parte, e se contarmos que o livro foi aprovado pelos censores do Santo Ofício, braço-direito da Inquisição, mesmo com as lascivas descrições do episódio da “Ilha dos Amores”, este continua a ser um dos textos mais importantes da literatura portuguesa

O Velho do Restelo ou o gigante Adamastor, mais que figuras míticas de um poema, já se tornaram referências desta cultura que é a nossa… e que Camões cantou.