Posted by: antónio alves on: 27/11/2009
Sujeito Aquele que pratica uma acção. Aquele sobre o qual se declara algo.
Encontra-se, geralmente, à esquerda do verbo.
Há vários tipos de sujeito
SUJEITO SIMPLES – Núcleo constituído por um nome ou pronome.
“O João estuda.”
“O professor corrige os testes.”
“Este livro é interessante.”
SUJEITO COMPOSTO – Núcleo constituído por mais do que um nome ou pronome.
“O André e a Camila vão ao cinema.”
“O cão e o gato brincam animadamente.”
SUJEITO SUBENTENDIDO- O sujeito não está expresso, está lá, mas escondido (oculto)
“Estudaram (quem? eles) pouco, não sabem nada. “
“Há muitos anos que não como (quem? eu?)farturas.”
SUJEITO INDETERMINADO – Não se sabe quem praticou a acção
“Diz-se que este ano volta a haver seca.”
“Vende-se um carro em muito bom estado.”
SUJEITO INEXISTENTE – Sujeito de verbos impessoais
“Começou a chover de repente.”
“Fez ontem um ano que acabei o curso.”
Posted by: antónio alves on: 27/11/2009
Acta do Consílio dos Deuses
Aos dois dias do mês de Março de mil quatrocentos e noventa e nove realizou-se, pelas dez horas, no Olimpo, um Consílio dos Deuses com a seguinte ordem de trabalhos:
Ponto único – Deliberação sobre a ajuda a dar aos portugueses na descoberta do caminho marítimo para a Índia.
A reunião foi presidida por Júpiter e estiveram presentes todos os deuses convocados.
A abrir a sessão, Júpiter recordou à Assembleia os feitos heróicos já realizados pelos portugueses, tanto mais valorosos quanto se tratava de um povo com pouco poder que já tinha vencido mouros e castelhanos. Referiu ainda que, no momento presente, enfrentava, com parcos recursos mas, grande determinação, os perigos marítimos, tendo como objectivo chegar às terras do Oriente. Declarou, também, que já lhe estava prometido pelo Fado eterno, o domínio, por muito tempo, dos mares do oriente, tinham passado um inverno rigoroso no mar e enfrentado duros perigos, os navegantes estavam exaustos, por isso, decidira que a armada fosse amigavelmente recebida na costa africana, para retemperar forças antes de prosseguir a viagem.
Na sequência desta declaração, Baco manifestou a sua discordância, defendendo que, se chegassem ao Oriente, os portugueses dominariam a região e os seus feitos fariam esquecer famas anteriores. Ele próprio, Baco, deixaria de ser adorado e perderia a sua glória.
A deusa Vénus, discordando de Baco, apoiou a decisão de Júpiter, argumentando com as qualidades do povo português, semelhantes às do povo romano, descendente do seu filho .
Gerou-se, então, grande tumulto na Assembleia .
O deus Marte, levantando-se para expor as suas razões, repôs a ordem na reunião, e dirigindo-se a Júpiter incentivou-o a não dar ouvidos a Baco, pois as suas opiniões não se baseavam na razão, mas em sentimentos mesquinhos como a inveja, e aconselhou-o a não voltar atrás da decisão tomada, pois seria sinal de fraqueza.
Júpiter concordou com as palavras de Marte, fazendo um gesto de aprovação, e, de seguida, espalhou néctar pelos deuses que se preparavam já para regressar aos seus planetas.
E nada mais havendo a tratar, deu-se por encerrada a sessão da qual se lavrou a presente acta que, vai ser assinada nos termos da lei.
O Presidente: Júpiter
O Secretário: _______________
Posted by: antónio alves on: 27/11/2009
Cinco dias depois de terem deixado a ilha de Santa Helena os lusos viajavam por mares virgens, com o vento de feição, mas certa noite, uma nuvem escura surgiu sobre a armada e os marinheiros encheram-se de medo.
De repente, uma figura medonha apareceu: um ser disforme, um gigante, tinha um ar carrancudo, a barba suja e maltrada, os cabelos ásperos/crespos e cheios de terra, a boca escura e os dentes amarelos. Camões ( através do narrador que é agora Vasco da Gama) compara-o a uma das sete maravilhas do mundo: o Colosso de Rodes O Gigante dirige-se aos marinheiros num tom de voz “grave e horrendo”, provocando-lhes grande temor, dizendo:
“Ó povo audacioso que não descansa, como ousas navegar estes mares, que nunca foram cortados por qualquer outro navio? Viestes descobrir os segredos marítimos? Pois desde já vos digo que os que tentaram antes de vós pagaram com a vida. E vós, pela ousadia, também sereis castigados. Os vossos barcos hão-de naufragar e enfrentareis males de toda a espécie. O sofrimento será tal, que será preferível a morte. O primeiro ilustre que passar aqui ficará sepultado. Outros hão-de ver os filhos morrer de fome e eles próprios morrerão também.”
Então, Vasco da Gama, corajosamente, interpela o Gigante perguntando-lhe: Quem és tu? E ele começa a relatar a sua história:
“Eu sou o que vós chamais Cabo das Tormentas. Ptolomeu, Plínio, Pompónio, e Estrabo não me conheceram, mas jamais ousariam desafiar-me. Fui outrora um dos gigantes que guerrearam contra Júpiter, chamava-me Adamastor. Apaixonei-me pela “Princesa das Águas” – Tétis; um amor impossível, devido ao meu aspecto assustador. Amedrontei Dóris, mãe dela, que me deu esperanças e combinou um encontro. Cego de amor abandonei a guerra e uma noite, Tétis, vem, toda nua, ao meu encontro. Corri, abracei-a e cobri-a de beijos, mas era apenas uma ilusão, um engano, e de repente dei por mim abraçado a um monte, e eu próprio transformado em monte e rocha, e, sendo eu tão grande, formou-se este Cabo. E também os deuses me castigaram, pois estou rodeado de água, o que significa que Tétis anda sempre à minha volta.”
Terminado o discurso Adamastor afastou-se, chorando .
Vasco da Gama agradece a Deus por terem chegado até ali e roga-lhe que não permita que se concretizem as profecias do gigante.
Posted by: antónio alves on: 27/11/2009
Depois de leres o conto A Aia, de Eça de Queirós, descarrega para o teu computador este questionário de interpretação global. Depois, tenta responder às perguntas que aí te são colocadas sobre as categorias da narrativa.
BOM TRABALHO!
NOTA: para realizares dois exercícios interactivos de verificação de conhecimentos, carrega AQUI e AQUI.
Posted by: antónio alves on: 16/10/2009

Nesta obra, um menino faz uma viagem do seu asteróide até ao planeta Terra. Esse menino consegue ver ovelhas dentro de caixas de papel e ama a sua rosa, porque ela é única no mundo. Há um adulto que tenta consertar uma avaria do seu avião, enquanto fala com esse menino. Há uma raposa, que o ajuda a perceber o que é a amizade..
Este livro é uma obra-prima da literatura mundial.
Não é um livro para crianças nem para adultos.
É antes um livro para a criança que já fomos e que ainda existe, algures, dentro de cada um de nós!
É um livro simplesmente genial, na sua simplicidade e profundidade! 
Se quiseres fazer o donwload desta obra carrega AQUI.
Se preferires a versão em Banda Desenhada, carrega AQUI.
Podes, ainda, optar por ouvir esta história. Para isso, descarrego a versão audiobook, carregando AQUI.
Posted by: antónio alves on: 15/06/2009
Posted by: antónio alves on: 15/06/2009
Posted by: antónio alves on: 13/06/2009
A propósito d’ Os Lusíadas, aqui vos deixo dois powerpoints sobre o episódio de Inês de Castro. No primeiro, conta-se a história de amor trágica de Pedro e Inês (a versão portuguesa do Romeu e Julieta, só que a nossa é real e verdadeira!). No segundo, apresenta-se a análise deste episódio, dividido porExposição, Conflito e Desenlace.
Que sirvam para vos ajudar no vosso estudo!!
1 – A HISTÓRIA DE AMOR
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2 – A ANÁLISE DO EPISÓDIO
Posted by: antónio alves on: 09/06/2009
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